![]() PRIMEIRO ENCONTRO!
Tudo parecia estar arrumado, Para o primeiro encontro, Arrumei a casa, coloquei perfume, Velas na mesa, flores na cama. Combinamos que eu faria o jantar, Uma massa com molho branco, Acompanhado de vinho que ela traria. Água fervendo, a massa na panela e uma certa ansiedade... Interfone toca, coração dispara, abro a porta. Ela entrou sorrindo, olhou a casa, elogiou a mesa, Fez cara de safada, tirou as velas, afastou os pratos, E se postou nela. Puxou-me pela camisa e com algumas lambidas, Sussurrava em meus ouvidos... Hoje eu quero você noite inteira... E num desespero de amor, chamou-me pro quarto, Deu um abraço e se pos a beijar. Eu estava achando aquilo, o máximo, Fui deixando-me levar... Deitou-se na cama, me fez carinho, Abriu o zíper, entrou com suas mãos, Calça adentra, segurou, apertou, deu beijinho. Eu estava surpreso com o jeito dela, Puxei-a da cama, tirei a blusa, Coloquei no colo, mordisquei biquinhos... Já estávamos excitados, Levei para um banho e com a água correndo em seu corpo, acariciei-lhe a língua! Ela foi se agachando, com a boca cheia d’água, Envolveu-me tanto... Sentindo crescer as minhas vontades! Olhava pra mim e sorria. E nesse cortejo alucinante, peguei-a ao colo, Envolvi em toalhas, coloquei na cama, Sequei suavemente e fui passeando, Com as pontas dos dedos, descobri esconderijos, Que ela, não fazia questão alguma de esconder. Logo aconteceu o primeiro gozo, com gemidos, Olhares estremecidos, deixando brotar da nascente o néctar quente, que suguei até o fim... Cheiro estranho no quarto, Lembrei da massa, corri pra cozinha, Lá se foi o nosso jantar... Voltei com a garrafa de vinho na mão, Tomamos uma taça, rimos um bocado, Coloquei um pouquinho de vinho entre seios, E fui banhando-a até os pelos. Ela falava coisas safadas em meus ouvidos, E minha língua seguia o caminho do vinho. Corpos postos num encaixe perfeito, Movimentos atrevidos, apressados, Iam dando o ritmo, na freqüência, Exata dos nossos desejos! Mais uma vez, veio o delírio, Com gritos, unhas, gemidos, E uma vontade louca, Que aquilo tudo não acabasse nunca! Bem o jantar, esse não teve jeito, Pedimos Pizza, com o restante do vinho, saciamos a fome e a sede, Mas não, os nossos desejos!!! Paulo Cesar Coelho
Enviado por Paulo Cesar Coelho em 19/01/2006
Alterado em 08/02/2006 Copyright © 2006. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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