![]() SIMPLICIDADE AMOROSA Sentado próximo as janelas da alma encosto meu peito no para-peito da memória para sentir o frio daquela tarde chuvosa e nós dois na varanda bangalô, aquecendo nosso amor nas serpentinas do desejo. Falávamos da cachoeira gigante, com a noite vindo nos abraçar... No restaurante a mágica desvendada e nós dois ainda extasiados com aquele banquete de pastel-fubá. Paulo Cesar Coelho
Enviado por Paulo Cesar Coelho em 28/07/2009
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