![]() DESCONFIANÇA!
Na verdade, não é o nome que faz o homem A personalidade, a sensibilidade, O caráter de uma pessoa. Gosto de não ficar me prendendo Ou mesmo imaginando coisas... Se ainda não conheço a pessoa, Tento sempre passar a verdade, no que sou Ou naquilo que faço ou escrevo. Quero aqui e mais Uma vez, esclarecer A verdade! Não tenho nenhuma culpa De ter nascido, de um homem chamado Zdvir Coelho, O meu pai, quando me viu, pela primeira vez Disse: Vai se chamar Paulo, Uma outra pessoa completou, Vai ficar legal se colocar Paulo César Coelho, mas o Importante na história e que na minha profissão, Dentre os colegas, clientes, sou mesmo o Dr.Paulo Coelho. Às vezes torna-se embaraçoso, Muitas outras até incomoda, principalmente De quando, coloco em papel, meus sentimentos e O que realmente sinto numa poesia, Quando relato em versos, uma vontade ou enalteço Um momento, um instante de uma musa querida. Eu, procuro não usar o meu verdadeiro nome, E não porque, não gosto dele, mas sim, por existir Um outro Paulo Coelho, escritor e muito mais famoso, Famoso, e muito mais experiente com as palavras. Algumas vezes chego a pensar, em compensação e por outro Lado, o Paulo Coelho mais famoso, não sabe cirurgiar, curar Ou mesmo, diminuir sofrimentos do corpo, embora saiba tratar Impecavelmente o sentimento, dúvida e medos da alma. Vou assim, compondo mais essa poesia A minha maneira, de uma forma própria, Não pra fazer versos somente bonitos, mas com certeza sinceros Imperfeitos que sejam ainda, são todos Lidos e relidos, com a intenção de entregar De atingir, fazer chorar, emocionar, E às vezes sorrir, uma musa, muito desconfiada! Paulo Cesar Coelho
Enviado por Paulo Cesar Coelho em 10/07/2006
Alterado em 17/03/2020 Copyright © 2006. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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