![]() Aos covardes...Sete vidas punidas!
Ninguém é de ninguém, Ninguém pode ter alguém, Sem que esse alguém também o queira! É imbecilidade pensar que sim, Na verdade quem ainda pensa assim, Não está no seu juízo perfeito, Sempre tentará arranjar um jeito, Pra arrancar do peito, alguma força para magoar, estruprando o corpo e alma de quem não lhe corresponde os anseios! Transtornado, com o amor próprio ferido, Ávido de sentimentos ruins, de vingança, Não perde nunca a esperança, De satisfazer seu lado mais sórdido, Buscando nas trevas, nas sombras, Um ou outro ato de covardia. E aquela ferida que ardia, Por conta disso, não cicatriza nunca! Contudo, tudo tem seu preço, E os males que idealizamos, fazemos, Sempre tem de ter um endereço certo, E se tem, por certo que um dia, A resposta divina, chegará ao destinatário, E será implacável, com aquele sentimento tão perverso. A JUSTIÇA DIVINA SEMPRE VEM, NÃO FALHA! Vem, mesmo que às vezes sem pressa, Mas, atinge o alvo com flecha certeira, Corta a carne com precisão cirúrgica, Divulsionando, extirpa da alma maledicente, A paz e toda felicidade que existiu um dia! E onde não se tem paz, alguma felicidade, Não se tem também à vontade, De se continuar vivendo, Mortos vivos se tornam! Corações que batem num corpo doente, Bombeando sangue pra uma alma pequena, Desnutrida de amor próprio, falida e morta! Paulo Cesar Coelho
Enviado por Paulo Cesar Coelho em 04/09/2006
Alterado em 04/09/2006 Copyright © 2006. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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