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Ella
Ella vem desabrochar Em meu jardim É um poema raro Em forma de botão Desenhando em passos firmes Seu porvir Faz do corpo brincadeira A caçoar de mim Ella, que pouco conheço Que me deixa tão sério Chega quando adormeço Solução de um mistério Que jamais vou saber Nem poder decifrar Ella, natureza perfeita Tudo seu é ousado Mostra a coisa bem feita Num andar abusado Que jamais vou saber Por onde começar Ella, que viola meus sonhos E me torna um errante Sou refém de um perfume Um cavaleiro andante Que jamais vai saber Qual caminho tomar Ella, que imagino tão nua Hoje é meu desatino Traz segredos da lua Ah eu sou tão menino Tenho muito a aprender Tenho tanto a ensinar Tão minha tão sua tão nossa! Mulher brasileira. Paulo Cesar Coelho e GERMANO RIBEIRO
Enviado por Paulo Cesar Coelho em 04/05/2012
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