![]() OPRESSÃO SOCIAL
A forca que corta o pescoço do inocente Força no poeta, pensamentos de desdenho Todos ocorridos em momentos pútridos Jogados nas fuças de uma sociedade alheia Mas que, mais do que cheia, transborda Dores acumuladas em fossas, escarrando Nas calçadas, o sangue aguado e pálido Dos moribundos... Paulo Cesar Coelho
Enviado por Paulo Cesar Coelho em 25/09/2007
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