![]() Quando o amor não se decide.
Pensei ser o fim, que a dor ia ganhar… Que o vento ia levar tudo que restou de nós… Mas no silêncio da noite, ouvi teu nome chamar Percebi que ainda éramos uma só voz.
Uma voz que gritava no silêncio da madrugada Acordando sonhos dormidos na solidão. E cada som trazia a tua chegada Matando as feridas do meu coração.
Na alvorada, passarinhos cantando... E eu aqui chorando de saudade de você.
Vem, amor! Vem matar de vez toda essa tristeza Deixe-me acordar mais uma vez Em teus braços de princesa,
Vem, amor! Que meu peito é o teu abrigo E o teu sorriso é tudo que preciso Para voltar a ser feliz.
Pode o tempo te levar, para onde quiser Que vou contigo, mulher, para onde o tempo for. E assim, viveremos como andorinhas ao vento Pássaros de mãos dadas num voo sem fim...
Vem, amor! Que meu peito é teu abrigo Teu sorriso é o meu caminho Para sempre, quero tê-la comigo.
Pode o tempo me levar para longe Para algum lugar que nem sei para onde Que essa saudade que me rasga o peito Seguirá, de qualquer jeito, te procurando Te amando... vivendo e morrendo Em cada verso do poema. Paulo Cesar Coelho
Enviado por Paulo Cesar Coelho em 13/08/2025
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