![]() No Mundo Inventivo da Poesia
No vasto paladar da imaginação Há caminhos invisíveis de luz Onde o amor se faz inteirossante E o tempo desanda a sonhatar... Um rio arrepiado corre mudo Levando silêncios para o quintal Enquanto o céu desfuma em Estelas E a saudade flutua num Fernandal.
Pés descalvos pisam na memória Escritos em versos que sonhos luzem Há abraços que encurtam cumprimentos São pontes de calor quando se cruzam.
Aqui, as inventadezas florescem: Um olhar confesso no semáforo Um sorrisol que acende a escuridão. E a vida? Ah, essa vive em voolímpico!
Nas bordas do horizonte escorregado Cada palavra é um mundo-novo Inventar-se é ser verbo no neoversar... Até que haja o renascer de um novo poema.
Paulo Cesar Coelho
Enviado por Paulo Cesar Coelho em 14/08/2025
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