

Prisão PerpétuaÁudio: https://www.recantodasletras.com.br/escrivaninha/voz/index.php
Não sei por onde começo Ou por onde termino, Tampouco se quebro o verso Neste desatino…
A vida não me ensinou A viver tão só, E hoje, sou somente pó Preso nesse nó, Desatá-lo — não consigo Não Consigooooo!
Chamo por teu nome noite afora E o eco nunca traz a tua voz As paredes da alma me reprimem E teu silêncio ainda grita meio aos nós…
Daria um mundo Pra voltar no tempo e te dizer: Não vá embora... Fique aqui só mais um pouco Me ajuda a desatar esse nó Me tira do embaraço e do sufoco De ficar assim... Tão só!
Teu cheiro ainda dorme em minha cama E o frio do travesseiro ocupa o teu lugar A lembrança me faz prisioneiro do destino E nesse quarto escuro — eu sigo… Tateando pela vida pra te encontrar…
O relógio virou meu maior inimigo, Marca a dor do tempo sem você E cada instante que passa é castigo Que só me ensina o que é sofrer…
Chamo por teu nome noite afora E o eco nunca traz tua voz As paredes da alma me reprimem, E o teu silêncio ainda grita entre nós...
Daria o mundo Pra voltar no tempo e te dizer: Não vá embora, Fique aqui só mais um pouco Me ajuda a desatar esse nó Me tira do embaraço e do sufoco De ficar assim… Tão só!
Quem sabe um dia eu ainda te encontre Com o peito aberto, num olhar distante E a vida te pedindo pra voltar, pra mim...
Paulo Cesar Coelho
Enviado por Paulo Cesar Coelho em 01/11/2025
Alterado em 01/11/2025 Copyright © 2025. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Áudios Relacionados:
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