

Passarinho… E o passarinho canta Em meio ao barulho estarrecedor Do roncar dos motores, dos apitos Do agente de trânsito. Em meio à agitação Matinal da avenida, o passarinho encontra Um pedacinho de silêncio, para mostrar O seu canto, felicitando a vida.
Minimizando o poema:
Motores apitos pressa. A avenida acorda barulhenta. Num fio de silêncio o passarinho canta.
Paulo Cesar Coelho
Enviado por Paulo Cesar Coelho em 05/03/2026
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