

Briga de amor
Quando a gente briga A tristeza toma conta de mim E toda a beleza da vida Perde a graça.
Quando a gente briga, amor! O silêncio grita em meu peito E eu tento achar um jeito De não me lembrar de ti.
Quando a gente briga A vontade de te ligar é grande O orgulho no meu peito se esconde Mas não vai embora de mim.
E fico no escuro do meu quarto Jogado que nem um farrapo Namorando a solidão.
Quando a gente briga As horas não passam… E a agonia da distância se espalha Por minha alma em pranto.
Se a gente briga, amor O silêncio invade o meu peito E eu tento achar um jeito De não sentir saudade de ti.
Liga, amor! Prometo atender correndo Pra dizer que estou sofrendo E nunca mais, vou embora de ti.
Paulo Cesar Coelho
Enviado por Paulo Cesar Coelho em 14/03/2026
Copyright © 2026. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
|